GRAFISMO NA aNTIGO GRÉCIA

APRESENTAÇÃO

Estamos então no tempo dos faraós, os reis do Egito. Acreditava-se que os faraós eram seres superiores, divinos…reencarnações dos deuses do antigo Egito, como Hórus, Deus da Vingança ou Mut, a Deusa Mãe. E que quando eles morriam voltavam para junto dos seus semelhantes, lá no céu.

As pirâmides para além de túmulos, também serviam para preservar o corpo do faraó depois de ele morrer e isso acontecia através de um processo a que se chama de mumificação. Era para a múmia do rei que a pirâmide se erguia e a toda a sua volta, nas paredes interiores, eram escritas “fórmulas mágicas” que o ajudariam na sua passagem para o outro mundo. Esta escrita com desenhos, a que se chama “hieróglifos”, 

Os egípcios também decoravam as paredes interiores das pirâmides com pinturas e relevos, no entanto, estas pinturas tinham um sentido diferente daquele a que estamos habituados a definir como “arte”. Estas não serviam para decorar ou embelezar, uma vez que, elas apenas eram “vistas” pela alma de quem lá era sepultado e eram uma representação da passagem destes senhores pela Terra. Era comum pintar-se nas paredes dos túmulos paisagens de jardins e lagos ou cenas do quotidiano, como a caça, a pesca ou momentos de família. Nestes murais, os senhores eram sempre representados maiores que a sua esposa, filhos ou criados, para mostrar a importância que estes tinham. Juntamente à pintura eram desenhados também hieróglifos que diziam exatamente quem tinham sido, que títulos nobres tinham tido e que honras reuniram durante toda a sua vida.

A ARTE DA ANTIGA GRÉCIA PELO MUNDO

vale do côa

Vila Nova de Foz Côa, PORTUGAL

O Parque Arqueológico do Vale do Côa situa-se na zona mais a Norte do distrito da Guarda, na região conhecida por Alto Douro. No troço final do rio Côa localizam-se mais de 80 sítios com arte rupestre e cerca de 1200 rochas gravadas.

Em consequência do reconhecimento do interesse patrimonial e cultural deste conjunto de achados, foi criado, em 10 de Agosto de 1996, o Parque Arqueológico do Vale do Côa com a missão de gerir, proteger, investigar e mostrar ao público a arte rupestre.

O Vale do rio Côa constitui um local único no mundo por apresentar manifestações artísticas de diversos momentos da Pré-História, Proto-história e da História, nomeadamente o mais importante conjunto de figurações paleolíticas de ar livre até hoje conhecido.A grande maioria dos motivos rupestres, de todas cronologias, localiza-se em rochas de xisto, aproveitando a forma como a evolução geológica do Baixo Côa expôs, como resultado de processos de encaixe fluvial e de fracturação tectónica, painéis verticais lisos próprios para a gravação. 

No entanto, no Núcleo de Arte Rupestre da Faia (Cidadelhe, Pinhel), podemos ainda hoje encontrar também gravuras e pinturas sobre granito. A existência destes abrigos graníticos permitiu a sobrevivência de motivos pintados, alguns de tempos paleolíticos. Assim, é correto afirmar-se que no Vale do Côa existem, em muito maior quantidade, gravuras rupestres, e, em menor número, pinturas rupestres.

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