A IDADE DO METAL PELO MUNDO

CENTRO INTERPRETATIVO DE S. LOURENÇO

Esposende, PORTUGAL

Em 1963, durante os trabalhos de exploração de uma pedreira, surgia a Gruta do Escoural, um dos mais importantes vestígios de arte rupestre paleolítica existentes em Portugal.
Localizada no concelho de Montemor-o-Novo, a 3 km de Santiago do Escoural, a estação arqueológica, que adquiriu o nome desta freguesia, regista a ocupação humana neste território há cerca de 50 mil anos atrás.

As grutas são constituídas por uma grande sala e várias galerias que, à data da descoberta, continha uma necrópole datada do período do Neolítico Final. Os trabalhos arqueológicos ali realizados desvendaram vestígios de ocupações desde o Paleolítico Médio e Superior, destacando-se a rara arte rupestre nas paredes subterrâneas — representações de equídeos e bovinos com cerca de 20 mil anos.

Túmulo de Kiviks

Kivik, SUÉCIA

Nos arredores de Kivik, encontramos o Túmulo da Idade do Bronze, o Túmulo de Kiviks, também chamado Kungagraven. É um impressionante monumento a túmulos, com cerca de 75 metros de diâmetro desde que foi construído. Tanto no design quanto a cobertura, o túmulo de Kiviks difere de outros túmulos da Idade do Bronze da Europa do Norte. O túmulo de Kiviks é o maior túmulo da Idade do Bronze da Suécia. Dentro da câmara funerária de 3-4 metros de comprimento, existem oito grandes pedras decoradas com esculturas de rodas solares, navios, machados, carruagens, animais, pessoas etc.

MUSEU NEUES

Berlim, ALEMANHA

O 'Museu de Pré-História e História Antiga' de Berlim leva os visitantes a um passeio pelas eras mais antigas da história da humanidade. Com suas coleções exclusivas sobre a pré-história e a história antiga da Europa e regiões próximas da Ásia, o museu consegue traçar vividamente as principais linhas de desenvolvimento da história europeia inicial, usando peças originais impressionantes. Entre a Idade do Bronze e a Idade do Ferro, os visitantes podem embarcar numa jornada muito especial: uma "máquina do tempo" que leva os visitantes numa viagem a uma paisagem fluvial, onde podem observar os seus habitantes ao longo dos milênios. Os seres humanos e seu ambiente natural vivem em profunda simbiose entre si, e os arqueólogos agora são capazes não apenas de datar a origem dos objetos, mas também do impacto da humanidade sobre o meio ambiente e vice-versa.

Museu Britânico

londres, INGLATERRA

A Idade do Ferro foi uma época de mudanças dramáticas para o povo da Grã-Bretanha e da Europa.
O ferro substituiu o bronze como material usado para fazer ferramentas e armas, enquanto religião, arte, vida cotidiana, economia e política mudaram drasticamente.
A história dessas civilizações (conhecidas pelos gregos e romanos como bretões, celtas, alemães e ibéricos) e suas distintas culturas materiais é contada através de artefatos decorados da Idade do Ferro conhecidos como 'Arte Celta' e mais objetos do cotidiano.

FAMALICÃO: HISTÓRIA MILENAR

vILA NOVA DE FAMALICÃO

O território que hoje é Vila Nova de Famalicão demarca-se com uma história milenar com evidências históricas e patrimoniais datadas de tempos pré-históricos, mais especificamente a partir da Idade dos Metais com destaque para a Idade do Cobre ou Calcolítico, como é patente no acervo do Gabinete de Arqueologia do município7. Com efeito, os vestígios da presença do Homem no concelho de Vila Nova de Famalicão remontam à Idade do Cobre (3.300 - 1.200 a.C.), com destaque para a mamoa de Vermoim, passando pela Idade do Ferro (3.300 - 700 a.C.) com a presença de castros de plantas circulares no cimo dos montes, providos de “sistema defensivo” mas também “manifestando relações mercantis com outros povos de Entre-Douro-e-Minho” (Mota, 2005: 10).