GRAFISMO NO

IMPRESSIONISMO/PÓS-IMPRESSIONISMO

Benvindos ao séc. XIX!

Um dos meus séculos preferidos, e já devem estar a imaginar o porquê.

Como ainda agora referi eu fui um dos grandes focos de interesse dos artistas do séc. XIX...a Luz...que funções é que eu tinha, quais as variações que poderiam os pintores conseguir através de mim...

Então, para conseguirem perceber um pouco mais acerca de mim, os pintores dedicaram grande parte do seu tempo a estudar a LUZ.

Quem é que daqui sabe em quantas cores eu consigo ser dividida e como é possível visualizar essas cores que eu tenho?

Pois...eu consigo ser dividida (ou separada) em sete cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta, que são as mesmas cores que tem um arco-íris e estas conseguem ser vistas através de um prisma. O prisma consegue então separar a Luz, que assumimos que tem a cor branca, nas suas sete cores...é quase magia, não acham?

Então quando os pintores descobriram esta maravilha assumiram que passaria apenas a utilizar estas sete cores nas suas pinturas. Deixaram de utilizar a técnica do claro-escuro e de usar cores e tons como o preto, o cinzento, o branco puro, o castanho e passaram a pintar aquilo que viam com as cores que viam, ou seja, em vez de pintarem a terra simplesmente da cor castanha estes artistas impressionistas inventaram um técnica de justaposição de cores. Eles iam colocando as cores do prisma em camadas (e não misturadas) até chegar ao tom pretendido. Esta técnica dava à pintura uma imagem cheia de contrastes vibrantes.

Na pintura impressionista não há desenho (ou linhas), nem volumes, nem perspetivas...nem regras académicas! É uma pintura de sensações, instintiva e visual...o artista pinta o que vê e o que sente. O olhar do artista impressionista é um olhar mais treinado e este consegue expressar na sua pintura, de forma espontânea, a complexa imagem daquilo que vê com todas as combinações de cor, movimento, sombras e luz.

Com a paisagem como tema principal da pintura impressionista, o artista passou a trabalhar exclusivamente ao ar livre. Assim o cavalete e a tela eram materiais que trazia sempre consigo para se instalar facilmente onde queria. Com esta preocupação surgiram também os primeiros tubos de pinta o que ajudou no transporte mais prático das cores.

Com este novo conceito o artista conseguia estar no sítio certo, há hora certa para pintar aquilo que via no imediato, aquilo que o tinha prendido aquela paisagem devido à beleza captada no momento…um pôr-do-sol, um rio a correr com o sol a refletir na água, o vento a bater nas árvores…

Mas uma das técnicas mais curiosa na pintura impressionista é o pontilhismo. Esta técnica é também conhecida pela “pintura dos pontos”…sabem porquê?

Porque os pintores que usavam esta técnica pintavam pequenos pontos de diferentes cores muito próximos para criar a imagem que pretendiam. Era uma técnica muito interessante porque os artistas pintavam somente com as cores primárias (o amarelo, o azul e o vermelho), mas ao colocar os pontos pintados muito próximo conseguiam criar um efeito visual excecional onde apareciam novas cores e as imagens começavam a surgir.

Dois nomes se destacam quando falamos da técnica do pontilhismo: George Seraut, o pintor que desenvolveu esta técnica e que tem alguns dos quadros mais conhecidos de pontilhismo e Paul Signac, um seu seguidor, que também pintou uma série de quadros com a “técnica dos ponto”. Outro artista que utilizou esta técnica, não tanto como os dois primeiros, foi Vincent Van Gogh, um nome bastante conhecido na história da pintura.

Deixo-vos agora um desafio.

Quando tiverem a oportunidade de estar próximo de uma pintura impressionista que utilize esta técnica tentem visualiza-la bem de perto e verão os pormenores dos pontos utilizados pelo pintores…mas ao visualiza-la novamente à distância vocês vão conseguir ver a imagem num todo e quase não se apercebem que o quadro foi todo pintados por pontos. É mesmo muito interessante esta técnica! Experimentem um dia em casa com as vossas tintas!

E com o pontilhismo eis-nos próximos do final do Séc. XIX, uma época em que a vida moderna tornava-se o tema dominante.

Com visões completamente diferentes, os artistas desta época começavam a colocar um pouco de si naquilo em que pintavam surgindo assim uma série de obras com características muito próprias e com estilos muito diferentes, apesar de se enquadrarem dentro do mesmo período artístico…o pós-impressionismo…onde se reclamava que “a arte é o que o artista decide fazer com ela”.

Foi uma época muito libertadora!

A ARTE do impressionismo/pós-impressionismo  PELO MUNDO

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Museu Calouste Gulbenkian 

Lisboa, PORTUGAL

O Museu Calouste Gulbenkian está inserido no conjunto que integra o Edifício-sede e parque da Fundação Calouste Gulbenkian (Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa).
O museu abriu as suas portas em Outubro de 1969, dando seguimento às disposições testamentárias de Calouste Sarkis Gulbenkian, industrial de origem arménia, fixado em Portugal em meados do século XX, e que ao longo da sua vida reuniu uma vasta colecção de arte.

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Museu Marmottan Monet 

Paris, FRANÇA

Como uma das fundações da Académie des Beaux-Arts, o Museu Marmottan foi aberto ao público em 21 de junho de 1934. De acordo com os desejos de seu fundador, as salas pequenas ou auxiliares (cozinhas, banheiros etc.) desapareceram para criar espaços maiores e facilitar a circulação de visitantes. Além dessa adaptação física, outras mudanças aguardavam o museu, pois a aura da Académie des Beaux-Arts atraía novas doações e legados. O museu enriqueceu suas coleções e abriu um novo capítulo em sua história.
Juntamente com as principais coleções de obras do mundo de Berthe Morisot e Claude Monet, o Musée Marmottan Monet também possui um acervo considerável de arte moderna: os impressionistas aparecem com destaque, com Caillebotte, Degas, Pissarro, Renoir, Sisley e Rodin, como seus precursores: Boudin, Corot, Delacroix e Jongkind. O pós-impressionismo é representado por Gauguin ao lado de Signac, Lemmen, Maurice Denis, enquanto Chagall representa o período modernista.

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Museu Nacional Thyssen-Bornemisza 

Madrid, ESPANHA

O Museu Nacional Thyssen-Bornemisza abriga uma das coleções de pintura mais importantes reunidas no século XX. Embora a coleção tenha pertencido originalmente à família Thyssen-Bornemisza, após sua aquisição pelo Reino da Espanha em 1993, apenas um ano após a abertura do museu em Madri, em outubro de 1992, tornou-se parte do patrimônio espanhol. Em 2004, uma parte importante da coleção Carmen Thyssen-Bornemisza foi adicionada ao museu.

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Art Institute of Chicago 

Chicago, E.U.A.

O Art Institute of Chicago foi fundado como museu e escola de belas artes em 1879, uma época crítica na história de Chicago, com as energias cívicas dedicadas à reconstrução da metrópole que havia sido destruída pelo grande incêndio de 1871. A arte O Instituto encontrou seu lar permanente em 1893, quando se mudou para um prédio construído no que é hoje reconhecido como a terra natal tradicional do Conselho dos Três Incêndios - os povos Ojibwe, Odawa e Potawatomi. Construído em conjunto com a cidade de Chicago para a Exposição Mundial da Colômbia, no cruzamento da Michigan Avenue com a Adams Street, esse edifício - sua entrada ladeada pelos dois famosos leões de bronze - continua sendo a “porta da frente” do museu até hoje

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arte: ontem e hoje

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Não é sempre que um jovem graffiter de um lugar como a Polônia tem a hipótese de viajar e pintar fachadas de vários andares em algumas das maiores cidades do mundo. Embora Sainer possa dizer, modestamente, que ele estava "no lugar certo na hora certa", uma década repleta de murais sugerem que isso era mais do que a teoria do caos. 
A cultura do graffiti provou ser um poderoso filtro e incubadora para descobrir e nutrir alguns dos maiores talentos do movimento de arte urbana contemporânea. A história de Sainer e Bezt, dois amigos do ensino médio mais conhecidos como Etam Cru, é um excelente exemplo da amplitude do graffiti. Depois de anos a deixar marcas em larga escala nas paisagens urbanas do Havaí à Austrália, do Dubai à Bósnia e por toda a Europa e EUA, essa dupla dinâmica mudou para desenvolver as suas próprias visões individuais à medida que exploram novos interesses. Focado em esquemas de composição e cores, e versátil em diferentes estilos e técnica, a obra artística é cheia de voltas e reviravoltas emocionantes. Com a intenção de desafiar a concepção de arte moderna de rua, ou "muralismo", como ele se refere,  continua a sondar as profundezas da arte urbana contemporânea. 

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